“Quando o carteiro chegou e o meu nome gritou com uma carta na mão, ante surpresa tão rude, nem sei como pude chegar ao portão.
Lendo o envelope bonito no seu sobrescrito eu reconheci a mesma caligrafia que me disse um dia: estou farto de ti.
Porém, não tive a coragem de abrir a mensagem. Porque, na incerteza, eu meditava e dizia: será de alegria ou será de tristeza?
Quanta verdade tristonha a mentira risonha que uma carta nos traz.
E, assim pensando, rasguei tua carta e queimei para não sofrer mais”.

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